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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Lucro da Petrobras cresce 7,9% e atinge R$ 8,57 bilhões

Os Amigos do Presidente Lula
sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O aumento das vendas de combustíveis, o câmbio e uma elevação média de 35% na cotação do petróleo no mercado internacional explicam em parte o lucro líquido de R$ 8,57 bilhões registrado pela Petrobras no terceiro trimestre divulgado ontem. O resultado é 7,9% superior aos R$ 7,94 bilhões apurados no terceiro trimestre de 2009.
A variação do câmbio sobre o passivo contribuiu para o resultado financeiro de R$ 1,97 bilhão, enquanto o crescimento das despesas operacionais, que somaram R$ 8,9 bilhões no trimestre, foi responsável pela queda de 7% no lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (lajida), que ficou em R$ 14,74 bilhões.
O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, atribuiu o aumento das despesas aos gastos com a estruturação financeira do projeto Barracuda e o incentivo dado aos empregados para comprar ações da companhia na capitalização. No acumulado do ano, o lucro da Petrobras já soma R$ 24,58 bilhões, 10% a mais do que no mesmo período de 2009.
Barbassa explicou que houve uma reestruturação do sistema de financiamento das subsidiárias no exterior e a companhia reduziu os recebíveis dessas empresas nos dois últimos anos, diminuindo os ativos denominados em dólar. Além disso, a estatal aumentou os passivos em dólar.
"Se eu devo em dólar e o dólar vale menos, minha dívida, escrituralmente, está menor em reais", resumiu Barbassa, lembrando que o endividamento total da companhia passou de R$ 118,4 bilhões no fim de junho para R$ 115,1 bilhões ao fim do terceiro trimestre.
A produção de petróleo caiu no terceiro trimestre mesmo com a contribuição de 185 mil barris por dia de novos campos, incluindo alguns operados por parceiras estrangeiras como a Shell e a Chevron no Parque das Conchas, na Bacia de Campos.
Barbassa ressaltou que a Petrobras tem potencial de elevar a produção de petróleo em cerca de 100 mil barris por dia com as plataformas já em funcionamento, uma vez que essas embarcações ainda não atingiram sua capacidade máxima de produção. Também vão contribuir para o aumento da produção as plataformas P-56 (capacidade de produzir 100 mil barris por dia) e P-57 (180 mil barris), que serão conectadas aos campos de Marlim Sul e Jubarte.
No ano, a produção total de óleo e gás da Petrobras atingiu a média diária de 2,568 milhões de barris de óleo equivalente (BOE) nos nove primeiros meses do ano, uma alta de 2% na comparação com os 2,513 milhões de barris diários de 2009. No Brasil, a produção da estatal foi de 2,322 milhões de BOE por dia, um crescimento de 2% em relação aos nove primeiros meses de 2009.
O diretor também destacou os efeitos da capitalização de R$ 120,24 bilhões sobre os números da companhia. A operação reduziu a alavancagem líquida de 34% para 16%, o que vai sustentar a política de investimentos.Barbassa informou que a Petrobras vai captar mais US$ 3 bilhões até o fim do ano, que vão se somar aos US$ 13 bilhões captados até o momento.Valor

Os Amigos do Presidente Lula: Lucro da Petrobras cresce 7,9% e atinge R$ 8,57 bilhões

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Fernando Siqueira: Chegou a hora de defender o pré-sal

Viomundo - O que você não vê na mídia
4 de novembro de 2010 às 14:15

PRÉ-SAL: É HORA DE RETOMAR A DISCUSSÃO

por Fernando Siqueira, no site da Associação dos Engenheiros da Petrobras

Passada a turbulência das eleições e reforçada a democracia, é hora de retomarmos a discussão sobre o pré-sal. Lembrando que a pressão contra a mudança da Lei 9578/97, péssima para o País, adiou a aprovação do projeto de partilha para depois das eleições. Que pressão é esta e de onde vem? Ela vem dos países desenvolvidos que não tem petróleo e calcaram as suas economias nesse produto, cada vez mais escasso e mais estratégico. Assim EUA, Europa e Ásia estão numa enorme insegurança energética. O Cartel internacional está na mesma situação. Já dominou 90% das reservas mundiais e hoje tem menos de 5%. O pré-sal é uma questão de sobrevivência para todos eles.

Outro fato importante é que os analistas sérios e independentes afirmam que estamos vivenciando o terceiro e irreversível choque mundial do petróleo: atingimos o pico de produção mundial e daqui para frente a oferta irá cair de forma drástica e irreversível.

Isto significa o recrudescimento da luta por petróleo, gerando preocupante aumento do preço do barril. Há possibilidade, inclusive, de mais um conflito mundial.

O pré-sal dá ao Brasil a possibilidade de ficar numa posição confortável. Ele pode durar mais de 40 anos proporcionando a auto-suficiência. Mas é preciso mudar a Lei 9478/97, herança de FHC, que entrega 100% do petróleo a quem produzir e esse produtor paga alguma coisa à União somente a partir da produção diária de 90.000 barris por dia, mas paga, no máximo, 20% da produção, em dinheiro, ficando com todo o petróleo.

O Governo Lula, quando soube pelos diretores da Petrobras da magnitude da descoberta do pré-sal, corretamente retirou 41 blocos do 9º leilão e criou Grupo de Trabalho para reestudar a legislação.  Esse grupo, durante um ano e meio estudou várias alternativas e apresentou quatro propostas de Projeto de Lei para a questão petróleo: 1) Fundo Social;
2) Capitalização da Petrobrás; 3) Criação da estatal Pré-sal Petróleo e 4) Mudança do contrato de Concessão para contrato de Partilha de Produção.

O mais importante deles é o 4º PL, porque muda o contrato de Concessão previsto na Lei 9478/97, artigo 26, para Partilha de produção. No primeiro, 100% da produção fica com o produtor. Na partilha, proposta do Governo Lula, o petróleo é da União e ela remunera os custos de produção em petróleo. Fizemos algumas simulações, partindo de algumas premissas como o custo de produção estimado em US$ 30 por barril e o preço do petróleo a US$ 70/barril. Sob estas premissas concluímos: na legislação vigente o Consórcio fica 100% do petróleo e paga, em dinheiro, à União, no máximo 18,8% da produção total (o percentual varia com o volume produzido. Até 90.000 nada é pago); com o PL 5938, proposto pelo Governo, cabem à União cerca de 60% da produção, em petróleo. Outro avanço do PL do Governo é que a Petrobrás será a produtora de todos os campos, o que garante a compra de equipamentos, serviços e geração de empregos de qualidade, além de desenvolver tecnologia de ponta no País.

O andamento das discussões transcorria com relativa tranqüilidade. Desconfiamos do fato do lobista cartel internacional, incrustado no IBP, ter feito oito audiências publicas no Congresso: seis no Senado e duas na Câmara. Cada audiência pública continha cinco mesas de debate; cada mesa, dois lobistas de peso. Onde estaria o resultado disto? Não foi preciso procurar muito. Examinando o substitutivo do relator Henrique Alves, vimos

O resultado: ele introduziu uma emenda que eleva os royalties para 15% e os devolve ao consórcio produtor. Ela transformaria o Brasil num imenso paraíso fiscal tornando o nosso contrato de partilha o pior do mundo. Mais grave: a participação da União na produção cai de 60% para 29%. Ou seja, o relator estuprou o projeto do Governo.

Quando o projeto chegou ao Senado, alertamos os senadores Pedro Simon e Renan Calheiros dessa anomalia. O Senador Simon fez um discurso inflamado de revolta no Senado. E, com o senador Renan, a nosso pedido, levou a informação ao presidente Lula. O senador Renan prometeu derrubar essa maldita emenda Henrique Alves.

No dia da votação no Senado, falamos com Renan e ele disse que não estava mais no controle da questão e que a decisão estava com o Senado Romero Jucá. Falamos então com o Senador: `Fique tranqüilo, disse Jucá; a emenda Ibsen e a emenda Henrique Alves estão suspensas. Elas serão votadas depois das eleições`. Com certo alivio, mas desconfiado, fomos ver o substitutivo do senador. A devolução dos royalties estava lá, Camuflada em 4 artigos. Portanto, o espírito da emenda Henrique Alves continuava.

Falamos com a assessoria do senador Simon, e, com a ajuda do deputado Ibsen eles redigiram uma emenda para neutralizar os contrabandos de Jucá. Assim, o artigo 64 do substitutivo do senador Jucá, introduzido pelo senado Simon, procura neutralizar o produto do lobby do cartel do IBP, proibindo qualquer devolução de royalty. E faz um acréscimo para neutralizar os efeitos da emenda Ibsen contra o Rio de Janeiro: já que a emenda Simon evita que a União dê de presente R$ 54 bilhões por ano para o consórcio (fruto da emenda Henrique Alves/Jucá), a união pode ressarcir o Rio e demais estados produtores dos R$ 6 bilhões que eles perdem devido à emenda Ibsen.

Finalmente, fizemos mais uma proposta para os parlamentares: mudar a Lei Kandir que isenta o petróleo do imposto de exportação. Não tem o menor sentido esse incentivo, pois o petróleo é um produto que o mundo inteiro quer e dele necessita. Logo, não é necessário incentivar sua exportação. Propusemos a extinção desse incentivo através de um projeto de Lei. Com isto, o Rio de Janeiro ganhará cerca de US$ 7 bilhões a mais.

É hora de mobilização. Quando o petróleo era apenas um sonho, foi feito o movimento `o petróleo é nosso`, o maior movimento cívico da história do nosso País. Agora que o petróleo é uma realidade que supera todas as expectativas, é hora de retomar essa mobi-lização, pois estão em jogo reservas superiores a 100 bilhões de barris, um Iraque na América Latina. É a maior chance que o Brasil já teve para deixar de ser o eterno pais do futuro e se tornar o país do agora. Com saúde, educação, empregos de qualidade, segurança, eliminando a triste condição de país mais rico e viável do planeta e ter um vergonhoso contingente de 50 milhões de miseráveis, além do terceiro pior índice de desigualdade do mundo.  O PRÉ-SAL TEM QUE SER NOSSO PARA A REDENÇÃO ECONÔMICA E SOCIAL DO BRASIL.

Fernando Siqueira
Presidente da Aepet e vice do Clube de Engenharia

Fernando Siqueira: Chegou a hora de defender o pré-sal | Viomundo - O que você não vê na mídia

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Ex-pensador FHC será Leiloeiro-Geral da República no governo do pres. Zezinho

TIA CARMELA E O ZEZINHO

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O Mais Preparado dos Brasileiros sabe reunir em torno de si o melhor que a UDN tem a oferecer aos seus patrões.

Por isso, o Presidente de Nascença já decidiu que dará um cargo importante ao ex-sabetudo FHC, atualmente curtindo sua aposentadoria na Caverna do Ostracismo, fundos.

Segundo fontes da diocese de Guarulhos, o ex-intelectual FHC deverá assumir o cargo de Leiloeiro-Geral da República, com status de Ministro Plenipotenciário.

Essa função será uma das mais importantes do futuro governo do Presidente de Nascença, rivalizando apenas com o Comissariado-Geral para os Bons Costumes, que deverá ser entregue a alguém bem próxima do Maior dos Brasileiros.

Como Leiloeiro-Geral da República, o ex-sabichão FHC será responsável pelo Programa Brasil em Fatias, carro-chefe do revolucionário governo do Almirante do Tietê.  O programa deverá fatiar o Brasil em fatias bem grossas e vendê-las a investidores estrangeiros associados aos amigos, filhos e filhas das principais lideranças udenistas.

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O ex-gênio FHC começou a exercer suas atividades neste domingo, fazendo uma conferência de instrução aos futuros clientes  do exterior, no Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu. 

Na sua douta conferência,  o ex-CDF FHC assegurou aos fregueses que dinheiro não será problema, pois o produto sairá baratinho e com financiamento do BNDES, tendo como agente financeiro as Casas Bahia.

Boatos infundados

Fontes ligadas ao comunismo internacional matador de criancinhas tentaram criar mais um factóide contra o Mais Patriota dos Brasileiros.

Afirmaram que, no mesmo horário em que o savant FHC falava aos investidores estrangeiros, o Presidente de Nascença discursava, no debate da RedeTV, afirmando que não irá privatizar nada e fortalecerá a Petrobrás e o Banco do Brasil.

O jornalista Merdoval Pedreira desmentiu o fato: o discurso do pres. Zezinho foi uma alucinação coletiva televisionada pelo submundo da campanha petista. Portanto, trata-se de uma notícia totalmente descabida.

Comentário da tia Carmela

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O Zezinho tinha um amiguinho chamado Fernandinho, quando era criança, na Mooca. Era um menino uns anos mais velho que o Zezinho, que gostava muito dele. O Zezinho dizia que, quando crescesce, queria ser igual ao Fernandinho. O tal Fernandinho tinha uma vocação para mascate, adorava vender coisas.  Uma vez, formaram um time de futebol lá na rua. Fizeram uma rifa, com o dinheiro compraram uma bola de capotão e um jogo de camisas. O Fernandinho ficou responsável por guardar o material. Um dia, o Zezinho ficou sabendo que os meninos da rua de cima queriam fazer um time, também. Contou para o Fernandinho e foram os dois falar com os meninos da outra rua. E venderam o jogo de camisas e a bola de capotão pra eles, sem falar com os amiguinhos. Até hoje ninguém sabe direito por quanto venderam, e aonde foi parar o dinheiro. Tem gente que diz que eles trocaram tudo por duas mariolas e um cigarro Yolanda…

Ex-pensador FHC será Leiloeiro-Geral da República no governo do pres. Zezinho « TIA CARMELA E O ZEZINHO

Petrobras anuncia investimento de R$ 265 milhões rumo à Olimpíada do Rio-2016

Os Amigos do Presidente Lula:
segunda-feira, 18 de outubro de 2010

 

A Petrobras vai investir cerca de R$ 265 milhões em esporte até 2014, via lei de incentivo do governo federal, visando os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.
A apresentação do projeto será feita às 17h desta segunda-feira pelo Presidente Lula.
A empresa anunciou que o investimento será feito em quatro diferentes segmentos: esporte de alto rendimento, educacional, de participação e em memória do esporte.
As modalidades escolhidas foram cinco: boxe, esgrima, remo, taekwondo e levantamento de peso.
Tais modalidades selecionadas rendem muitas medalhas durante os Jogos, o que vai de encontro ao que o Brasil costuma fazer, aplicando mais recursos em esportes coletivos, que dão poucas medalhas na Olimpíada.
As ações serão feitas diretamente com os atletas, com bolsas-auxílio e intercâmbios, ou no esporte, com investimento em equipamentos e tecnologia esportiva.
A bolsa-auxílio será destinada a 110 atletas de alto rendimento. Serão apoiados 26 atletas do boxe, 16 da esgrima, 24 do remo, 24 do taekwondo e 20 do levantamento de peso.

Os Amigos do Presidente Lula: Petrobras anuncia investimento de R$ 265 milhões rumo à Olimpíada do Rio-2016

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Hotel confirma reunião de FHC com investidores

Tijolaço – O Blog do Brizola Neto

O encontro onde FHC teria apresentado as privatizações de Serra a empresários estrangeiros foi no sofisticado Hotel das Cataratas

Um portal de Foz do Iguaçu, o Clickfoz, confirmou junto ao Hotel das Cataratas que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso esteve presente em um evento fechado ontem à noite no hotel com a presença de vários estrangeiros.

Segundo o jornalista mineiro Laerte Braga, em seu blog, Brasil Mobilizado, o propósito do encontro seria apresentar a investidores estrangeiros oportunidades de negócios no Brasil, com a privatização de estatais brasileiras no caso de vitória de José Serra.

Ainda segundo Braga, FHC estaria assumindo com os empresários o compromisso de venda de empresas como a Petrobras, Banco do Brasil e Itaipu, em nome de José Serra.

“Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito”, escreveu Laerte Braga. “E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef.”

Ainda segundo o blog, FHC teria dito, logo após ser apresentado pelo organizador do evento Raphael Ekmann, que “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas.”

Raphael Ekmann, ex-gerente comercial da Globosat, é responsável por relações com investidores do Grupo de Investimentos Tarpon. Em 2006, este grupo fez uma oferta hostil para tentar comprar a Acesita, e em 2009, vendeu sua participação na siderúrgica para a Arcelor Mittal.

Braga cita a presença de outras pessoas, como Alice Handy, que vem a ser fundadora e presidente de um grupo privado de investimentos em Charlottesville, nos Estados Unidos, e de Anjum Hussain, diretor de gerenciamento de risco de outro fundo de investimentos que administra US$ 1,6 bilhão.

A jornalista Hildegard Angel afirmou em seu blog no R7, que “o fato é realmente grave e pode ser visto como um ato contra a soberania brasileira e seria importante tanto o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como o candidato José Serra virem a público esclarecer essa denúncia.”

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Petrobras inicia até o fim do mês exploração comercial do petróleo do pré-sal

blog da Dilma:
outubro 18th, 2010 |  Autor: Jussara Seixas

A Petrobras inicia no fim deste mês a exploração comercial do petróleo da camada pré-sal. O presidente da estatal, José Sergio Gabrielli, afirmou nesta segunda-feira (18) que as operações comerciais no Campo de Tupi devem começar entre os dias 27 e 28.

O anúncio foi feito após a inauguração de novas unidades da Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP). A cerimônia contou com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Gabrielli, a exploração experimental de Tupi começou em maio. Atualmente, são extraídos do campo cerca de 14 mil barris de petróleo por dia. Com o início da exploração comercial, a extração pode chegar a 100 mil barris por dia. “Claro que isso não será obtido logo no início, mas é a capacidade”, disse Gabrielli.

O presidente da Petrobras também falou sobre a queda no preço das ações da companhia verificada nos últimos meses. Segundo ele, o motivo foi a taxação dos investimentos estrangeiros imposta pelo governo para conter a desvalorização do dólar e não por desconfiança dos investidores no processo de capitalização da estatal.

“As ações caíram essencialmente no momento em que grandes investidores quiseram usar uma brecha da mudança do IOF [Imposto Sobre Operações Financeiras]“, justificou. “Quando aumentou o imposto, existia a possibilidade de você vender os investimentos em ações, transformá-los em reais e comprar títulos de renda fixa. No momento em que isso foi alterado, as ações voltaram se recuperar.”

Agência Brasil

Petrobras inicia até o fim do mês exploração comercial do petróleo do pré-sal

FHC ESTÁ ACERTANDO A VENDA DO BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU

Publicado pelo Blog redecastorphoto:
domingo, 17 de outubro de 2010

Laerte Braga

(DESAFIO QUALQUER TUCANO OU ALIADO A DESMENTIR OS FATOS ABAIXO. A VENDA DO BRASIL PELAS COSTAS DO POVO BRASILEIRO – TUCANOS SÃO CORRUPTOS E TRAIDORES)

Neste momento que escrevo, domingo, 21h31m, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso está falando, em inglês, para 150 investidores estrangeiros no Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu.

O evento é fechado, a fala de FHC está se dando em um jantar e o assunto é a privatização da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL, além de outras “oportunidades” de negócios no Brasil.

FHC está assumindo com os empresários o compromisso de venda dessas empresas em nome de José FHC Serra.

A idéia inicial dos organizadores de realizar o evento no Hotel Internacional foi afastada para evitar presença de jornalistas.

Cada um dos investidores recebeu uma pasta com dados sobre o Brasil, artigos de jornais nacionais e internacionais e descrição detalhada do que José FHC Serra vai vender se for eleito.

E além disso os investidores estão sendo concitados a contribuir para a campanha de José FHC Serra, além de instados a pressionar seus parceiros brasileiros e a mídia privada a aumentar o tom da campanha contra Dilma Roussef.

Segundo FHC disse a esses empresários logo após ser apresentado pelo organizador do evento, “se deixarmos passar a oportunidade agora jamais conseguiremos vender essas empresas”.

Para o ex-presidente é fundamental a participação desses grupos na reta final de campanha. A avaliação de FHC é que a campanha de Dilma sofreu um golpe com a introdução do tema religioso (o que foi deliberado pelos tucanos para desviar a atenção das pessoas dos reais objetivos do candidato José FHC Serra). É preciso, na concepção do ex-presidente arrematar o processo derrotando a candidata e impedindo-a de respirar nessa reta final.

O acordo com empresários internacionais em Foz do Iguaçu envolve a instalação de uma base militar norte-americana na região, desejo antigo dos governos dos Estados Unidos.

O corretor da venda do Brasil, FHC, com toda certeza, está acertando também a comissão (propina) a ser paga caso o negócio venha a se concretizar, ou seja, a eleição de José FHC Serra.

Para o ex-presidente também não há grandes problemas com a mídia privada “sob nosso controle”, mas é preciso evitar a divulgação de notícias mesmo que sejam pequenas ou de pequenos fatos e que possam prejudicar o projeto de venda do Brasil.

Esse tipo de evento, essa fala de FHC é característica da fala de agente estrangeiro e mostra a desfaçatez tucana em relação ao Brasil e aos brasileiros.

No mesmo momento em que o corrupto e venal José FHC Serra debate com Dilma Roussef na REDE TEVÊ e fala sobre trololós petistas, FHC, seu mentor e principal corretor de vendas de empresas públicas brasileiras, negocia traiçoeiramente a entrega de patrimônio público a esses investidores.

É a opção que os brasileiros temos diante de nós.

Ou caímos de quatro e abrimos mão de nossa soberania ou resistimos e rejeitamos a quadrilha tucana. 

Desafio qualquer tucano, qualquer DEM, qualquer pilantra tipo Roberto Freire, quem quer que seja, a desmentir esse fato. O evento em FOZ DO IGUAÇU e sua natureza, a venda do BRASIL!
(continuo desafiando tucanos traidores a desmentir o negócio que está sendo feito em FOZ DO IGUAÇU) 23:39h de 17 de outubro de 2010
Mais nomes de participantes do evento, as notícias chegam a conta gotas, pois os traidores montaram um esquema de segurança para evitar que a venda do Brasil possa ser testemunhada por cidadãos decentes.
Aí vão.
Raphael Ekmann
Alice Handy
Keith Johnson
Anjum Hussain, CFA, CAIA

O organizador do evento é Raphael Eckmann - Investor Relations at Tarpon Investment Group São Paulo e região, Brasil

Experiência de Raphael Eckmann
Investor Relations
Tarpon Investment Group
(Setor Serviços financeiros)
No momento ocupa este cargo
Commercial Manager
Globosat

(Setor Serviços financeiros)
2003 — 2007 (4 anos ) 

O agente estrangeiro que organizou o evento em Foz do Iguaçu, Hotel das Cataratas, onde FHC está acertando a venda da PETROBRAS, de ITAIPU e do BANCO DO BRASIL é RAFHAEL EKCMANN, que no momento ocupa o cargo de COMMERCIAL MANAGER da GLOBOSAT (serviços financeiros).
A GLOBO está no meio, é sócia do grupo MURDOCH na GLOBOSAT.
E enquanto isso José FHC Serra vai mentindo e distraindo o povo brasileiro. FHC comete a traição pelas costas e seu pupilo mente na REDE TEVÊ. O ex-presidente continua falando aos investidores no jantar no Hotel das Cataratas.
É um fato grave, um ato de traição.
A propósito disso não custa lembrar que em 2002 o então presidente FHC mandou o BNDES dar à GLOBO 250 milhões de dólares numa assembléia de aumento de capital da GLOBOSAT, além de encaminhar ao Congresso a proposta de participação de capital estrangeiro em empresas de rádio e televisão, como parte do acordo para que a rede apoiasse José FHC Serra.
Estão de volta os bandidos. Tentando tomar o Brasil a qualquer custo.

Postado por Castor Filho às 22:37:00

redecastorphoto: FHC ESTÁ ACERTANDO A VENDA DO BRASIL EM FOZ DO IGUAÇU

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

"Política de FHC era nociva à Petrobras", diz Gabrielli

Economia - iG

Em entrevista ao iG, presidente da estatal diz que empresa "morreria, seria desmembrada e provavelmente privatizada"

Sabrina Lorenzi, iG Rio de Janeiro | 15/10/2010 19:42

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse que a administração da estatal deve ser discutida durante as eleições presidenciais. Na última quarta-feira, Gabrielli divulgou nota na qual acusa o governo anterior de fatiar a empresa em várias unidades e querer privatizá-la. Nesta sexta-feira, em entrevista ao iG, Gabrielli não só manteve o teor da nota polêmica, como também detalhou o que chama de “plano de desmonte da Petrobras”.

E rebateu o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso, que reclamou da nota e pediu mais respeito de Gabrielli. “Eu não desrespeitei o presidente Fernando Henrique Cardoso de jeito nenhum. Eu disse apenas que a política que o governo dele orientou a Petrobras a fazer era nociva para a Petrobras. Era uma política que levaria à privatização e à inanição da Petrobras. E reafirmo minha posição”.

Leia, abaixo, trechos da entrevista.

Foto: Fabrizia Granatieri

Segundo Gabrielli, "se nós tivéssemos mantido (a gestão passada), a Petrobras morreria, seria desmembrada e provavelmente seria privatizada"

iG: O que o motivou para divulgar a nota em resposta às declarações do ex-diretor da ANP, David Zylbersztajn, na época do governo FHC?

José Sérgio Gabrielli: O País tem no petróleo e na energia dois vetores fundamentais para o crescimento. A maior empresa do País é a Petrobras. É a segunda ou terceira maior empresa do mundo na área do petróleo, dependendo do critério. A Petrobras tem o maior plano de investimentos do mundo para desenvolver petróleo, refino, biocombustíveis, gás e energia. E a Petrobras estava num período de silêncio por causa da capitalização, não podia falar. Todos falaram sobre a Petrobras menos a Petrobras. Então eu achei que era um momento de discutir o futuro da Petrobras. E discutir o futuro da Petrobras passa pela discussão sobre o modelo de negócio da Petrobras, de como se organiza a Petrobras. E aí eu fiz comparações, sim, entre os oito anos dessa atual diretoria – no início era José Eduardo (Dutra) na presidência e eu na diretoria financeira – com os oito anos anteriores e identifiquei alguns problemas na gestão anterior, que se nós tivéssemos mantido, a Petrobras morreria, seria desmembrada e provavelmente seria privatizada.

iG: O senhor pode detalhar isso?

Gabrielli: A área exploratória é a principal área de atuação numa empresa de petróleo, pois o petróleo precisa ser encontrado. Esta área estava diminuindo. Com a quebra do monopólio e com o processo de leilões, a Petrobras foi inibida, limitada a participar dos leilões para dar espaço para o setor privado. Se continuasse assim, morreria por inanição, porque não teria área de exploração, então morreria. Na atividade de refino, a Petrobras tem um sistema integrado de refino que estava sendo dividido em partes. A Petrobras estava sendo excluída do setor petroquímico e estava sendo separada em partes. Tinha sido o primeiro passo na criação da Refap (Refinaria Alberto Pasqualini); a Reduc (Refinaria Duque de Caxias) estava sendo preparada para ser repartida; as fábricas de fertilizantes estavam sendo preparadas para ser seccionadas; a estrutura de refino estava sendo estruturada em unidades de negócios onde cada refinaria era um unidade de negócio independente.

iG: O que mudou no governo atual? O que a gestão deste governo realizou de diferente?

Gabrielli: As refinarias não são mais empresas separadas. Quando chegamos, integramos, fortalecemos as funções corporativas. Quando chegamos, fortalecemos os sistemas entre as partes, enfraquecemos a exacerbação do conceito de unidade de negócios. Nós estabelecemos que a unidade de negócios está subordinada ao interesse corporativo. Nós fortalecemos o sistema Petrobras mais do que cada parte do sistema. Isso foi uma mudança fundamental no modelo de organização da companhia, que chegou agora ao limite máximo. Acabamos com as unidades de negócio e as transformamos nas unidades operacionais. Assim fica difícil privatizar o todo. Na medida em que se fatia, pode-se privatizar partes.

iG: Como associar tal modelo de fragmentação à privatização? Não é uma dedução?

Gabrielli: Qual a outra alternativa a isso? É uma dedução óbvia, sequencial, lógica. O que nós fizemos foi inverter isso, nós fortalecemos o sistema, nós fortalecemos a engenharia da Petrobras, a ciência e tecnologia na Petrobras, o desenvolvimento de pesquisa. Reforçamos o processo de admissão, a Universidade Petrobras, aumentamos o investimento em oito vezes nos últimos oito anos – eram de US$ 5 bilhões em 2003 e, em 2010, US$ 45 bilhões. Voltamos a ter uma participação ativa na petroquímica, no biodiesel, no etanol. Nós fizemos o contrário, ao invés de conter, fragmentar e partir. E essa é a perspectiva para o futuro. Porque o pré-sal é uma área com baixo risco exploratório. Só na bacia de Santos temos mais de 20 poços com sucesso total.

iG: O que poderá mudar na Petrobras se a oposição vencer, na sua opinião?

Gabrielli: Se voltarmos àquele modelo, a única alternativa é fatiar, fraccionar, quebrar, vender. Não tem outra alternativa.

iG: Qual a sua resposta para quem diz que o senhor entrou na campanha eleitoral?

Gabrielli: A resposta é que é campanha deles, eu defendi a Petrobras, defendi um programa para o País, um programa para o futuro da Petrobras e para o País. E quero discutir no mérito, não vou discutir no adjetivo.

Se é campanha eleitoral, se é lunático, para mim não é relevante, para mim é o mérito, o substantivo. Estou discutindo a exacerbação do conceito de unidade produtiva da Petrobras, de redução da capacidade exploratória, de limitação na capacidade de investimento, no modelo de contratação para gás e óleo, política de engenharia e desenvolvimento, política de pessoal, relacionamento com a sociedade, isso é um modelo de gestão da Petrobras, que acho que são temas relevantes para o País, que acho que são relevantes para o País, que deveriam ser discutidos na campanha eleitoral.

iG: O que o senhor diria ao presidente Fernando Henrique Cardoso, que pediu mais respeito do senhor por causa da nota em que o senhor o acusa de planejar a privatização da Petrobras?

Gabrielli: Eu não desrespeitei o presidente FHC de jeito nenhum. Eu disse apenas que a política que o governo dele orientou a Petrobras a fazer através do conselho de administração era política nociva para a Petrobras a meu ver, era uma política que levaria à privatização e inanição da Petrobras e reafirmo minha posição. Se ele me desconhece é porque ele provavelmente está fora do mundo. (Fernando Henrique teria indagado: ”Quem é esse Gabrielli”)

iG: Ele respondeu que não privatizaria a Petrobras ...

Gabrielli: Aliás, isso é uma coisa que está acontecendo nesta campanha. O candidato Serra anda falando coisa que não faz em São Paulo. É possível também que o Fernando Henrique Cardoso esteja falando, mas não fez isso, a ação dele não foi na direção de fortalecer a Petrobras. Ninguém pode dizer que ele fortaleceu a Petrobras.

"Política de FHC era nociva à Petrobras", diz Gabrielli - Economia - iG

Assessor de Serra quer privatizar o pré-sal

Carta Maior - Economia:

06/10/2010

Assessor de Serra quer privatizar o pré-sal

David Zylberstajn, ex-genro de Fernando Henrique Cardoso e assessor técnico para a área de energia da campanha de José Serra à Presidência da República, aconselhou o tucano a desistir da proposta do governo Lula de modificar o modelo de concessão de campos de petróleo para o modelo de partilha, no caso dos blocos do pré-sal. Além disso, criticou o aumento da participação do Estado na empresa. "Não tem que existir estatal comprando ou vendendo petróleo", disse. No governo FHC, Zylberstajn queria encolher a Petrobras, vendendo refinarias. E por pouco a empresa não passou a se chamar Petrobrax.

Redação

Matéria de Juliana Ennes, no jornal Valor Econômico , informa que David Zylberstajn, ex-genro de Fernando Henrique Cardoso e assessor técnico para a área de energia da campanha de José Serra à Presidência da República, aconselhou o tucano a desistir da proposta do governo Lula de modificar o modelo de concessão de campos de petróleo para o modelo de partilha, no caso dos blocos do pré-sal. Zylberstajn defende que o regime de concessões (para empresas internacionais) seja melhor não somente em termos de arrecadação, mas também na vantagem de antecipar o recebimento dos recursos.
O assessor de Serra disse ainda que a obrigatoriedade de que a Petrobras opere ao menos 30% de todos os blocos do pré-sal “traz um grande risco”. Entre outras questões, afirmou que seria “ruim para o Brasil” ficar preso à capacidade da Petrobras investir. O ex-presidente da Agência Nacional do Petróleo criticou o aumento da participação do Estado na empresa, retomando o discurso histórico do PSDB que defende a privatização da Petrobras. Para ele, “não tem que existir estatal comprando ou vendendo petróleo”. A coluna Toda Mídia, do jornal Folha de S.Paulo também citou as declarações do assessor, publicadas pelo Wall Street Journal.
As declarações de Zylberstajn atualizam as declarações feitas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a capitalização da Petrobras na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Na ocasião, Lula lembrou que se as riquezas tivessem sido descobertas em “outros tempos”, elas poderiam ter sido alienadas do Estado brasileiro. O presidente disse ainda que um Estado fraco nunca foi sinônimo de iniciativa privada forte e defendeu o planejamento do governo para exploração das reservas e futura utilização do dinheiro obtido com elas. Uma das metas, reafirmou Lula, será investir para que a educação pública tenha a mesma qualidade que as instituições de ensino privado.
O processo de capitalização da Petrobras foi justamente uma das salvaguardas utilizadas pelo governo para que os recursos gerados com o petróleo e o gás extraídos da camada pré-sal fossem investidos prioritariamente no país. Na contramão das afirmações do assessor de Serra, Lula defende que a capitalização da Petrobras serve como afirmação da empresa, de seus engenheiros e técnicos.
Em 2000, cabe lembrar, o governo Fernando Henrique Cardoso queria mudar o nome da Petrobras para Petrobax. O “x”, na avaliação do governo tucano, ajudaria a “captar dinheiro no mercado internacional”. A lógica dessa mudança também estava baseada na idéia de que “não deve existir estatal comprando ou vendendo petróleo”, bandeira histórica daqueles que pretendem privatizar a Petrobras.
Quando presidiu a ANP, Zylberstajn defendeu a redução do tamanho da empresa na economia brasileira. Conforme matéria da Folha de S.Paulo reproduzida acima, ele queria que a Petrobras vendesse parte de suas refinarias para aumentar a participação do capital privado no setor.

Carta Maior - Economia - Assessor de Serra quer privatizar o pré-sal

Marilena Chauí: Serra representa ameaça à democracia e aos direitos sociais

Viomundo - O que você não vê na mídia
15 de outubro de 2010 às 14:06

por Luiz Carlos Azenha

Hoje vi o programa eleitoral de José Serra, à tarde. O candidato já se apresenta como presidente eleito, falando nas obras do Mundial de 2014 e das Olimpíadas de 2016. É o tal “fato consumado”, de que falei em outro post. A associação do programa eleitoral na TV com as pesquisas de opinião tem, neste momento, o objetivo de criar o fato consumado: Serra presidente!

Mas o que me chamou a atenção, mesmo, foi a promessa de Serra de governar “acima dos partidos”.

A respeito disso, um leitor me chamou a atenção para esta entrevista de Marilena Chauí:

Marilena Chauí: Serra representa ameaça à democracia e aos direitos sociais | Viomundo - O que você não vê na mídia

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Até o Estadão e a CVM desconfiam que os bancos querem destruir a Petrobrás | Conversa Afiada

Publicado em 14/10/2010

O Dr Olavo e J. P. Morgan não fariam nada que a CVM pudesse perceber

Saiu no Estadão, pág. B1:
“Relatórios negativos sobre a Petrobrás poderiam ter saído antes da mega-oferta.”
Segundo a CVM, diz o Estadão, o Itaú e o Morgan Stanley, que derrubaram as ações da Petrobrás depois de tê-las vendido no mercado mundial, poderiam ter divulgado a análise sobre a empresa ANTES de venderam as ações na mega-oferta.
Ou seja, amigo navegante: o Itaú e esse banco americano venderam as ações pelo mundo afora e só DEPOIS dizem que elas não prestam !
Quem somos nós, ordinários blogueiros, para imaginar que instituições imaculadas como o Itaú e o Morgan fossem capazes de vender as ações pelo mundo afora, embolsar a comissão, derrubar as ações, fugir do IOF, se acobertar nos títulos públicos e, depois, com as ações da Petrobrás mais baratas, comprar de novo.
Jamais !
Jamais o Conversa Afiada imaginaria que isso fosse possível !
Nunca !
Este ordinário blogueiro conheceu o Dr Olavo Setúbal e sabe de que estofo moral ele era feito.
Este ordinário blogueiro leu – parte, evidentemente ! – da obra monumental de Ron Chernow – sobre a Casa de Morgan.
J. P. Morgan jamais participaria de uma operação tão rasteira que até a CVM percebesse.
Itaú e Morgan são instituições acima de qualquer suspeita !
Só agora a Comissão de Valores Mobiliários se manifestou.
A CVM poderia ler o Conversa Afiada, não é isso, amigo navegante ?
Clique aqui para ler: “Bancos, PiG e o Serra, unidos, trabalham para destruir a Petrobrás”.
Mas, a CVM é assim mesmo.
São aqueles policiais de Chicago que chegam aos bares da Lei Seca depois que o uísque falsificado foi escondido.
Clique aqui para ler sobre como o Gabrielli, presidente da Petrobrás, desmonta Serra, Davizinho e FHC com um carta  só.
Paulo Henrique Amorim

Até o Estadão e a CVM desconfiam que os bancos querem destruir a Petrobrás | Conversa Afiada

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Petrobrás responde a homem de Serra. Eles iam vender a Petrobrás | Conversa Afiada

Publicado em 13/10/2010

O Davizinho e o chefe: eles querem meter a mão no pré-sal

O Conversa Afiada publica post do Blog da Petrobras:

Presidente da Petrobras responde a David Zylbersztajn
“Para o governo FHC, a Petrobras morreria por inanição. Os planos do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso eram para desmontar a Petrobras e vendê-la”, diz o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo. “Em 2003, quando a atual diretoria assumiu a gestão da Petrobras, havia em curso um plano claro de desmonte e esvaziamento de setores estratégicos da Companhia. Se essa tendência não fosse interrompida e revertida, a Petrobras praticamente extinguiria sua atividade de exploração, porque suas áreas exploratórias para buscar novas reservas de petróleo estavam se reduzindo, suas refinarias seriam desmembradas e as plantas de energia elétrica dariam prejuízos, sem perspectivas de recuperação do capital investido. A engenharia e a pesquisa e desenvolvimento da Petrobras seriam extintos”. As afirmações são do presidente da Petrobras em resposta às declarações de David Zylbersztajn, presidente da Agência Nacional do Petróleo no governo de Fernando Henrique Cardoso.
Para o presidente da Petrobras, não restam dúvidas quanto aos objetivos do governo anterior de “preparar” a Petrobras para ser privatizada. “Gradativamente, todas as atividades da Petrobras estavam sendo preparadas para serem passadas para a iniciativa privada, com a exacerbação do conceito de unidades de negócio, praticamente autônomas”, completou, numa breve análise do quadro que a atual gestão encontrou na Petrobras em 2003 e das conseqüências maléficas que a privatização da maior empresa da América Latina traria para a economia brasileira.
José Sergio Gabrielli diz que a Petrobras teve sua participação nos leilões de novas áreas exploratórias limitada pelo Governo, para atrair outras empresas privadas na aquisição dessas novas áreas, ficando, portanto, fora da disputa por novos campos. Sem novas áreas, a sustentabilidade da Petrobras estaria completamente comprometida, contando com mais 4 ou 5 anos de atividade exploratória e deixando toda a riqueza do subsolo brasileiro para empresas estrangeiras. Já no início de 2003, no primeiro Plano Estratégico da Companhia da atual gestão, esse processo foi totalmente revertido: a Petrobras voltou a disputar áreas novas, dobrou suas reservas, e ampliou significativamente o portfólio exploratório, hoje com investimentos em exploração de mais de US$ 4 bilhões, enquanto em 2002 esses investimentos foram de menos de US$ 500 milhões.
A Petrobras, frisa o presidente da empresa, perdia substantivamente em competência, economia, valor, inteligência. “Além dos aspectos econômicos, o desmonte da Companhia transformada em um conjunto de unidades de negócios trazia perdas em tecnologia, engenharia, pessoal”. Limitava-se o crescimento do Cenpes, o maior centro de pesquisas aplicadas da América Latina e um dos maiores do mundo, e da engenharia básica da Companhia, na “ilusão” de que toda a ciência, tecnologia e engenharia poderiam ser “adquiridas no mercado”. A gestão posterior a 2003 modificou essa tendência, fortalecendo a engenharia da empresa e seu sistema de pesquisa e desenvolvimento, além de estimular a criação de redes temáticas, que articulam centenas de pesquisadores de dezenas de universidades e instituições de pesquisa no país.
“Na área de geração de energia elétrica, com as termoelétricas a gás natural, não foi diferente. Os contratos, no governo Fernando Henrique Cardoso, garantiam lucros aos empresários donos das térmicas, ficando todo suprimento, pendências, problemas e financiamento do prejuízo para a Petrobras. Os investimentos em refino, mesmo para melhoria da qualidade dos nossos produtos e para aumentar a capacidade de processamento do petróleo brasileiro nas refinarias estava limitado. Nos últimos oito anos esse panorama se transformou e os investimentos no setor de refino cresceram. Hoje estão programadas cinco novas refinarias a serem construídas. Em 2002 não havia investimentos em biocombustíveis e hoje a Petrobras é uma das maiores produtoras de biodiesel e etanol”, diz o presidente.
Em relação ao novo marco regulatório para o pré-sal, Gabrielli também contestou as palavras de Zylbersztajn. Ele diz que o regime de concessões atrai empresas privadas que aceitam o risco de encontrar petróleo em áreas de alto risco exploratório em troca de altos retornos futuros no caso de descobertas. “Para o pré-sal, o risco exploratório é mínimo e o sistema de partilha de produção, em discussão no Congresso, permite, como o próprio nome indica, uma melhor divisão (partilha) entre as empresas e o Governo dos ganhos futuros das potenciais descobertas. Defender o regime de concessões para o pré-sal é defender que a maior parte dos ganhos da atividade sejam apropriados pelo setor privado e nesse sentido é defender, sim, a privatização do pré-sal”, conclui Gabrielli.

Clique aqui para ler “Bancos, PiG e Serra unidos para desconstruir a Petrobrás”.

Petrobrás responde a homem de Serra. Eles iam vender a Petrobrás | Conversa Afiada

Bancos, PiG e Serra: todos unidos contra a Petrobrás | Conversa Afiada

Publicado em 13/10/2010

Em política não há coincidência, dizia o Dr Tancredo

Eles querem tomar o pré-sal.
Vender a Petrobrax.
E, se não for possível, impedir que a Dilma diga que, no Governo Lula, a empresa de que ela foi Presidente do Conselho de Administração realizou a maior operação de lançamento de ações da História do Capitalismo.
Bancos.
O PiG (*).
E o Serra passaram a desconstruir a Petrobrás.
O Conversa Afiada já se perguntou: por que o Itaú e o PiG querem desconstruir a Petrobrás ?.
O Itaú é realizou uma peripécia singular.
Numa semana, o Itaú fazia parte de um restrito grupo de bancos que lançaram as ações da Petrobrás em TODO O MUNDO.
Na semana seguinte, o Itaú aciona a venda maciça de ações da Petrobrás, ao dizer que as ações da Petrobrás não valem um dólar furado.
Os teólogos do “mercado” – essa instituição com que a urubóloga Miriam Leitão se comunica em séances em Lourdes – dizem que existe uma “muralha chinesa” nos bancos: os “especialistas” que lançam as ações não falam com os “especialistas” que avaliam as ações.
Nos Estados Unidos tem muito “especialista” que foi parar na cadeia, porque pulou para o outro lado da muralha.
Essa operação baixista provocada, sobretudo, pelo Itaú nasceu de uma “inquietação” do “mercado”: as próximas denúncias da Veja de que a corrupção na Petrobrás tinha dimensões de um Paulo Preto.
Um horror !
Aí, o mercado teve medo da Veja e saiu a vender.
Na verdade, intencionalmente ou não, o gesto do Itaú coincidiu, acelerou ou anabolizou um movimento feroz no mercado de câmbio.
O investidor estrangeiro entrava, depositava a margem de garantia – às vezes não punha nem dinheiro, mas uma carta financeira – para aplicar no mercado futuro de cambio.
No mercado futuro e no cupom cambial.
Entrava com US$ 100 milhões e alavancava $ 700, $ 800 milhões de dólares.
Tudo para apostar na valorização do Real.
Em poucos dias, no fim da semana passada, essa operação movimentou US$ 20 bilhões.
O Governo correu e aumentou o IOF sobre a entrada de dinheiro estrangeiro – sobretudo americano – de 2% para 4%.
No mesmo dia, esse montão de dinheiro saiu a correr do mercado de câmbio e foi para títulos públicos.
Nessa fuga acelerada, vender a Petrobrás foi um grande negócio.
Vender Petrobrás, aplicar nos títulos do Tesouro, esperar a ação da Petrobrás desabar e comprar ela baratinha.
Enquanto isso, ficar aqui, na moita, atrás do biombo da Petrobrás, sem pagar IOF.
Ou seja, com o movimento de proteção do Governo brasileiro, que aumentou o IOF, o especulador encontrou um bom instrumento para se proteger e esperar a valorização do Real.
E esperar a queda das ações da Petrobrás – por causa da Veja …
Foi uma tacada de mestre.
Derruba as ações da Petrobrás.
Desmoraliza a Petrobrás.
Não deixa a Dilma citar a Petrobrás.
Espera a valorização do Real.
E dá uma mãozinha ao Serra.
O Serra, como se sabe, espera a Cápsula Fênix 2 para sair do buraco.
Essa foi uma tentativa.
Falta combinar com o Governo brasileiro.
Que não vai ficar em 4% de IOF.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Bancos, PiG e Serra: todos unidos contra a Petrobrás | Conversa Afiada

Altamiro Borges: Serra, o mercador do pré-sal

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Serra, o mercador do pré-sal


Reproduzo artigo de Eduardo Guimarães, publicado no Blog da Cidadania:
O uso de qualquer arma pela campanha de José Serra, que está recorrendo à difamação da adversária, Dilma Rousseff, por todos os meios, com todo tipo de acusação, o que inclui até a vida sexual dela, e o espantoso apoio que os maiores jornais, revistas e televisões estão dando à estratégia difamatória, tudo isso não acontece só pela retomada do poder.
Você nunca viu uma campanha eleitoral como esta. Mesmo Fernando Collor de Mello, em 1989, jamais chegou ao ponto de difamar Lula usando homossexualidade ou acusações de que ele matava criancinhas. A campanha de difamação movida contra Dilma é a maior que este país já viu e utilizando “acusações” que em pleno século XXI são espantosas e inéditas.
Tudo isso só para se eleger presidente?
Os livros de história contarão a verdade sobre a campanha mais insidiosa contra uma única pessoa que fora empreendida até então no país. O que leva um único homem a se tornar beneficiário e autor de um processo tão repugnante e a grande imprensa de uma nação com a visibilidade do Brasil a se acumpliciar a ele?
O Brasil de 2002 e de 2006 não valia o preço de o candidato da direita e a imprensa conservadora irem tão longe. Não valia porque não existia neste país a riqueza que atualmente é a mais cobiçada da face da Terra, tão cobiçada que fez os Estados Unidos desencadearem uma onda de guerras contra países produtores de petróleo a fim de garantirem para si o abastecimento de um produto que escasseia no mundo e sem o qual esse país invasor poderia parar, literalmente.
É o pré-sal, estúpido. A Petrobrás, sob o governo Lula, tornou-se a quarta empresa mais valiosa do mundo. Um grupo político que consiga viabilizar a entrega dos subsolo brasileiro às petrolíferas multinacionais, exatamente como o governo Fernando Henrique Cardoso fez em 1997, ganhará dinheiro que sobrará aos seus descendentes daqui a mil anos.
As reservas de petróleo encontradas na camada pré-sal do litoral brasileiro estão dentro da área marítima considerada zona econômica exclusiva de nosso país. São reservas com petróleo considerado de média a alta qualidade, segundo a escala API.
O conjunto de campos petrolíferos do pré-sal se estende do litoral dos estados do Espírito Santo até Santa Catarina, com profundidades que variam de 1000 a 2000 metros de lâmina d’água e entre quatro e seis mil metros de profundidade.
Apenas com a descoberta dos três primeiros campos do pré-sal – Tupi, Iara e Parque das Baleias – as reservas brasileiras comprovadas, que eram de 14 bilhões de barris, aumentaram para 33 bilhões de barris. Além destas, existem reservas possíveis e prováveis de 50 a 100 bilhões de barris.
Há estimativas de que o preço do barril do petróleo deve chegar até a 80 dólares no ano que vem. Se tivermos, no limite, 100 bilhões de barris de petróleo enterrados no mar que banha as nossas praias, estaremos falando de oito trilhões de dólares.
Só para se ter idéia de quanto dinheiro é, basta dizer que o PIB dos EUA em 2009 foi de 14 trilhões de dólares. Ou seja, o Brasil pode ter mais da metade do PIB americano enterrado em seu litoral. Quanto vale a comissão de quem intermediar a venda de uma riqueza desse quilate? 1, 2 ou, quem sabe, até uns estupefacientes 3%?!
Muito dinheiro, não? Quem acha que há homens que matariam a própria mãe por tanta riqueza e poder?
Quem seriam esses homens? Penso que são aqueles que desde que se confirmou a riqueza imensurável que há em nosso subsolo apressaram-se em defender a privatização do subsolo brasileiro que o governo FHC promoveu, sobretudo em 1997 quando vendeu um enorme pedaço da Petrobrás.
As operações de exploração e produção de petróleo foram conduzidas pela Petrobrás de 1954 a 1997. Depois de 40 anos de monopólio da empresa, o trabalho de exploração, produção, refino e transporte do petróleo no Brasil foi permitido a empresas estrangeiras em 1997, quando Fernando Henrique Cardoso sancionou a Lei N° 9.478, que gerou a permissão.
Não é por outra razão que o PSDB e o PFL (agora disfarçado de “democratas”) propõem o regime de concessão para exploração do pré-sal enquanto que o governo Lula defende o regime de partilha.
No regime de concessão, que os tucanos implantaram no Brasil em 1997, a multinacional ganhará aquele pedaço do subsolo brasileiro para explorar e será a dona do que ali encontrar. Já no sistema do governo Lula, de partilha, tudo que for encontrado será do povo brasileiro e a quem extrair o petróleo caberá, simplificando, uma comissão pelo trabalho.
Essa riqueza toda pode dar ao país educação e saúde públicas de alta qualidade, por exemplo. Estradas, segurança, infra-estrutura… O pré-sal é o passaporte do Brasil e do seu povo para o Primeiro Mundo. Não lhe parece bom demais para ser verdade, leitor?
Sim, como você intuiu, há um problema. Para variar, os piratas da nação, os autores da mesma privataria que, por exemplo, vendeu o subsolo brasileiro ao privatizar a Vale, agora querem vender a Petrobrás. Por isso, não existe limite para o que o PSDB, o PFL, a Globo, a Folha, a Veja e o Estadão poderão fazer para eleger José Serra.

sábado, 9 de outubro de 2010

José Serra espalha boatos sobre a Petrobras. O plano do PSDB é; quebrar a estatal para depois privatizar

Os Amigos do Presidente Lula:
sábado, 9 de outubro de 2010

A candidata Dilma Rousseff, já sabe que vêm da parte do tucano José Serra os boatos segundo os quais nos próximos dias será publicada uma reportagem sobre corrupção na Petrobrás, o que por três dias seguidos derrubou as ações da estatal na Bolsa de Valores. De acordo com Dilma, Serra tem apelado cada vez mais a métodos infundados.(Veja aqui como era a Petrobras no governo Serra/FHC)

"Meu opositor usa de métodos cada vez mais infundados e mais agressivos. Antes tinha dez candidatos. Agora tem dois. Agora, os boatos vão ter de ter origem, né?", afirmou Dilma ao comentar os problemas enfrentados pela Petrobrás nos últimos dias, como a desvalorização seguida dos papéis da empresa.

As declarações da Dilma foram feitas ontem, depois de uma visita a uma instituição que cuida de crianças carentes ou abandonadas, em Brasília. "Acho bom vocês lerem os relatórios bancários que estão por aí. Não sei se têm fundamento ou não. Não sou do mercado", disse Dilma.(Só lembrando, Itaú banca a campanha de José Serra, é o maior doador)

Ela acrescentou que, por não ser mais do Conselho de Administração da Petrobrás, não sabe o que será feito. Mas disse que os boatos causam prejuízos não só para a estatal, mas para qualquer empresa que for vítima deles.

"Seja a empresa que for, há de se ter cuidados em períodos eleitorais, para esse processo não ocorrer. Cuidado, porque há relatórios - pelos menos apareceu isso na internet, também tem que se comprovar se é verdade ou não - de bancos relatando a possibilidade de uma futura matéria (jornalística) a respeito (do assunto)".

Para Dilma, o Brasil não pode, a cada período eleitoral, conviver com os boatos.

Dilma afirmou que não está desanimada por ter de enfrentar o segundo turno das eleições, quando a expectativa era de vencer no primeiro. "Olha para minha cara. Eu não tô, não. Pelo contrário, nunca estive tão animada."

Sobre a forma como vai se comportar agora, Dilma respondeu: "Vou lutar todos os dias, encarar todas". A candidata aproveitou as respostas a respeito dos boatos sobre a Petrobrás para entrar em outro assunto, que tem sido muito falado nos últimos dias: o aborto. "Não se pode criar no País um clima de conflito religioso ou de ódio religioso, porque esse país sempre conviveu com a diversidade religiosa, de crença e de opinião, e é respeitado internacionalmente por sua tolerância." A petista, no entanto, disse que a discussão religiosa é legítima. "Você pode fazer. Só não pode ser o centro de todo debate no Brasil."

Serra nunca mais..

ANTI-SOCIAL

Para onde se olhar com atenção na carreira de Serra, se encontrará um malfeito, um crime contra o povo, uma traição, uma delinquência, uma atividade anti-social. O lugar de Serra não é entre os homens e mulheres de carater. Não é à toa que ele vive repetindo que "é do bem". Quem é, não precisa repeti-lo. O povo sabe. Mas ele entoa essa ladainha exatamente porque, ao contrário da época em que Bierrenbach disse que ele "engana muita gente", hoje ele engana cada vez menos gente. E, ainda que procure escondê-lo até de si mesmo, no fundo, ele sabe disso.

Os Amigos do Presidente Lula: José Serra espalha boatos sobre a Petrobras. O plano do PSDB é; quebrar a estatal para depois privatizar

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Igor Fuser: O projeto entreguista de Serra para o pré-sal | Viomundo - O que você não vê na mídia

8 de outubro de 2010 às 21:32

Com ilustração oferecida pelo leitor Fabiano (José Serra, na revista Veja, quando vendia estatais “em alta velocidade”, no Ministério do Planejamento)

O projeto entreguista de Serra para o pré-sal

O assanhamento dos tucanos chega ao ponto de David Zylbersztajn, ex-genro de FHC que assessora ao mesmo tempo a campanha de José Serra e multinacionais de energia, inserir uma informação falsa no elogio ao regime das concessões, adotado quando era presidente da Agência Nacional do Petróleo. Os lobbies conservadores e anti-nacionais reunidos em torno da candidatura de José Serra à presidência já se atrevem a defender sem disfarces um retorno ao entreguismo que marcou a gestão do petróleo brasileiro nos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso. O artigo é de Igor Fuser.

Igor Fuser, na Carta Maior

No embalo do segundo turno, os lobbies conservadores e anti-nacionais reunidos em torno da candidatura de José Serra à presidência já se atrevem a defender sem disfarces um retorno ao entreguismo que marcou a gestão do petróleo brasileiro nos oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Eles querem a abertura irrestrita das fabulosas reservas do pré-sal brasileiro, a maior descoberta petrolífera dos últimos trinta anos no mundo inteiro, à voracidade das empresas multinacionais. O assanhamento é tanto que, em entrevista ao jornal Valor, David Zylbersztajn, “assessor técnico” da campanha de Serra para a área de energia, distorceu completamente a realidade dos fatos com um grosseiro erro de informação ao defender que, num eventual governo demo-tucano, a exploração do pré-sal ocorra nos marcos do atual regime de concessões, em escandaloso benefício do capital transnacional.

O argumento apresentado por Zylbersztajn, ex-genro de FHC e presidente da Agência Nacional do Petróleo (ANP) quando se realizou o primeiro leilão de reservas brasileiras entregues ao capital estrangeiro, em 1999, tem como foco uma questão contábil. De acordo com ele, o atual regime de concessões é melhor que o de partilha porque que o governo recebe antecipadamente o dinheiro referente ao bônus de assinatura, quantia cobrada às empresas em troca do direito de explorar as reservas. “No sistema de partilha, você só vai receber lá na frente”, alegou. “Depois de ter descontado o que gastou com o campo, vai receber sua parte em óleo, que vai ter que ser vendido. Isso só vai gerar alguma coisa lá na frente. Enquanto hoje, se licitar um campo, o governo coloca dinheiro no Tesouro hoje mesmo”, disse.

Uma simples consulta ao Projeto de Lei 5.938, que cria o regime de partilha, é suficiente para revelar a falsidade do raciocínio apresentado por Zylbersztajn contra o regime de partilha. No seu capítulo II, parágrafo XII, o projeto do atual governo afirma textualmente que o bônus de assinatura é “um valor fixo devido à União pelo contratado, a ser pago no ato da celebração e nos termos do respeito do contrato de partilha da produção”. Essa norma é reiterada mais adiante, no capítulo V, parágrafo II, que trata dos editais de licitação. Como se pode conceber que um especialista ignore uma regra formulada em termos tão claros?

Curiosamente, o mesmo Zylbersztajn se mostra muito zeloso em esclarecer que suas declarações não representam o ponto de vista oficial da campanha de Serra. “A minha opinião é pelo lado técnico, mas dentro do contexto político, eu não sei”, ressalvou, para em seguida voltar à carga contra o regime de partilha: “Eu aconselharia a deixar o que está funcionando bem do jeito que está. Se houvesse justificativa para mudar, tudo bem”, insistiu, deixando claro que não vê nenhum motivo para a troca do regime de concessões pelo de partilha, como propõe o governo Lula e sua candidata, Dilma Rousseff.

A linguagem escorregadia tem a ver com o cuidado de Serra em evitar uma postura de ataque frontal à mudança nas regras do pré-sal. Em vez de expor abertamente suas intenções, o candidato tucano prefere manifestar “dúvidas” sobre a utilidade do regime de partilha. Enquanto isso, o centro de estudos do PSDB, Instituto Teotônio Vilela, bombardeia sem sutilezas o projeto governista. Em entrevista ao jornal O Globo, em abril, o deputado federal Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB-ES), porta-voz oficioso dos tucanos para os assuntos petroleiros, chamou de “retrocesso histórico” a lei que retira o pré-sal do sistema de concessões e o transfere ao controle estatal por meio de uma nova empresa, a Petro-Sal. Nas suas palavras, trata-se de um “erro estratégico” comparável à fracassada Lei de Informática, de 1984.

Até o dia 3 de outubro, esse assunto era mantido em surdina pelos tucanos, quase como um tabu. Agora que o assessor de Serra saiu a campo em defesa da posição privatista, o candidato corre o risco de ser cobrado pelos seus adversários em uma questão crucial para o desenvolvimento do país e o bem-estar dos brasileiros. No caso de Zylbersztajn, a margem de opção é nula. Como presidente da empresa de consultoria DZ Negócios com Energia, voltada para a prestação de serviços a “investidores interessados no mercado brasileiro”, conforme o site da firma, ele tem mesmo é que defender os interesses dos seus clientes estrangeiros, nem sempre coincidentes com os interesses da sociedade brasileira. Entre os seus clientes está a AES Eletropaulo, companhia de eletricidade paulista privatizada em favor do capital estadunidense durante o governo tucano de Mário Covas.

Para que se compreenda o que está em jogo no pré-sal, recorde-se que, no regime de concessões, implantado por FHC, todo o petróleo retirado do subsolo se torna, automaticamente, propriedade da empresa concessionária, que pode fazer com ele o que quiser (salvo algumas restrições só aplicáveis em casos excepcionais). Atualmente, as empresas estrangeiras é que determinam o ritmo de exploração das reservas. Elas também escolhem, por sua própria conta, os fornecedores de equipamentos, em geral importados. Como retribuição ao governo, essas concessionárias se limitam a pagar uma porcentagem sobre o valor da produção (os royalties) e mais algumas taxas, o que totaliza, no máximo, 40% da renda obtida com o petróleo. Esse é um percentual altamente vantajoso, comparado com os 80% cobrados pelos maiores produtores mundiais.

Já no regime de partilha, tal como propõe o governo, a União mantém a propriedade do petróleo obtido, o que lhe dá o direito de ditar a política de exploração. O volume produzido e a duração das reservas podem ser administrados de acordo com objetivos de política econômica. E o Estado é quem estabelece as normas para os investimentos e a política de compras, a partir de metas voltadas para o desenvolvimento de cadeias produtivas nacionais, criação de empregos e aperfeiçoamento tecnológico. O regime de partilha, adotado atualmente por cerca de 40 países, representa, historicamente, um avanço em relação ao sistema neocolonial das concessões, que vigorou na primeira metade do século XX, época em que a indústria do petróleo era dominada pelo famoso cartel das “Sete Irmãs”.

A participação nacional na riqueza do petróleo será sensivelmente maior no caso de aprovação das novas normas defendidas pelo governo Lula. De acordo com os projetos de lei em discussão no Congresso, a estatal Petro-Sal controlará a exploração dos blocos petrolíferos do pré-sal, garantindo à Petrobras uma participação mínima de 30% em cada área de produção. Mais importante: caberá à empresa brasileira a função de operadora de todas as áreas de extração, de modo a garantir que as decisões estejam afinadas com os objetivos do desenvolvimento nacional.

Os royalties aumentam para 15% e a participação estatal na renda petroleira – aí incluídos União, Estados e municípios, segundo regras que ainda estão em debate – ultrapassa, de longe, os 50%. O aumento dessa fatia se deve, em parte, à recente capitalização da Petrobras, quando a participação acionária da União pulou dos 32% a que foi reduzida nos tempos de FHC para os atuais 48%. Tudo isso, sem a necessidade de gastar um só centavo do dinheiro público, pois a União utilizou como moeda o petróleo que ainda repousa no fundo do mar.

Zylbersztajn encara essas proezas com azedume, e parece até torcer para que tudo dê errado. Na entrevista ao Valor, profetizou que a Petro-Sal será um antro de corrupção e reprovou a presença de uma estatal brasileira no comércio de petróleo – algo que a Petrobras já vem fazendo há muito tempo, com notável eficiência. Na realidade, a mudança que o governo Lula está propondo significa um avanço bem modesto, comparado com as propostas mais ousadas defendidas por um conjunto de entidades e movimentos sociais agrupados na campanha “O Petróleo Tem Que Ser Nosso”, como a Federação Única dos Petroleiros (FUP) e a Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet). Um projeto de lei alternativo, assinado por 21 congressistas, do PT e do PCdoB, prevê que a Petrobras volte a ter 100% do seu capital nas mãos do Estado e que sejam anulados os contratos de exploração petroleira por companhias privadas feitos após a promulgação da Lei 9.478, de 1997.

O projeto do governo representa uma posição intermediária entre o marco regulatório neoliberal adotado por FHC e as posições mais nacionalistas defendidas pelos sindicatos e outros atores no campo popular. Para se ter uma idéia, nas áreas do pré-sal já leiloadas continuará em vigor o regime das concessões, em estrito cumprimento aos contratos já firmados. Dessa forma, se as coisas correrem conforme os planos traçados pela equipe de Lula, o petróleo brasileiro do pré-sal seguirá como um negócio muito atraente para os investidores estrangeiros. Que o digam os chineses, cada vez mais confiantes no Brasil como um parceiro indispensável perante as incertezas do abastecimento de energia no futuro.

Ainda assim, há quem se mostre insatisfeito. Inclusive brasileiros, como Zylbersztajn. Para esses – os executivos das multinacionais petroleiras e seu séquito de consultores, acadêmicos e jornalistas – a passagem de Serra ao segundo turno é um fator de alento. Quem sabe, imaginam, seja possível retomar o fio da história no ponto em que estava em janeiro de 2002, quando o banqueiro (recentemente falecido) Francisco Gros, em seu primeiro ato após a posse como presidente da Petrobras, anunciou aos investidores em Houston, nos EUA, que sua missão era privatizar a empresa. Seu antecessor, Henri Philippe Reichstul, tentou – e quase conseguiu – trocar o nome da estatal para Petrobrax, supostamente mais agradável aos ouvidos dos potenciais compradores em uma planejada privatização. Agora, com as reservas do pré-sal avaliadas em centenas de bilhões de dólares, o prato se tornou bem mais suculento. E o apetite, maior.

(*) Igor Fuser é jornalista, professor na Faculdade Cásper Líbero, doutorando em Ciência Política na USP e autor do livro “Petróleo e Poder – O Envolvimento Militar dos Estados Unidos no Golfo Pérsico” (Editora Unesp, 2008).

Igor Fuser: O projeto entreguista de Serra para o pré-sal | Viomundo - O que você não vê na mídia

Como Serra e o FHC venderam o Brasil | Conversa Afiada

Publicado em 08/10/2010

Quase que eles vendem o Cristo Redentor

O Conversa Afiada publica levantamento do Prof. Diron Botelho:





Como Serra e o FHC venderam o Brasil | Conversa Afiada

Petrobras afunda baixaria do Globo. Falta a Veja | Conversa Afiada

Publicado em 08/10/2010

O Globo empura Serra para o precipício

O Blog da Petrobras desmonta outra tentativa do PiG (*) de desestabilizar a Petrobras para beneficiar o Serra.

Contratos Petrobras: Carta ao Globo
Veja abaixo a carta enviada ao Jornal O Globo e leia aqui a matéria publicada pelo veículo nesta sexta-feira (8/10).
A Petrobras esclarece que, ao contrário do que a manchete de O Globo afirma, a Companhia não tem contratos vigentes com a empresa Capacità Eventos.
Em 2008, foi firmado contrato de prestação de serviços para o Batismo da P-53. A referida empresa foi responsável pela criação, produção, montagem e desmontagem da estrutura necessária para o evento. A contratação foi realizada por meio de processo licitatório na modalidade convite. Participaram seis empresas e a vencedora apresentou a proposta com menor preço. Todas as empresas participantes da licitação têm experiência de mercado na realização de eventos de grande porte.
Também em 2008, o evento Porto Alegre – Uma Visão de Futuro teve o patrocínio da Petrobras e de outras empresas por tratar-se de um debate público sobre o urbanismo sustentável e o desenvolvimento de políticas públicas para a capital gaúcha. O patrocínio da Petrobras foi de cerca de 10% do valor total, que contou com a participação de várias empresas como Banrisul, Rede Zafari entre outras. O projeto foi uma oportunidade para a Petrobras reforçar a sua imagem de empresa comprometida com a responsabilidade social e ambiental.
(..)

Como se sabe dentro do mesmo espírito Golpista suspeita-se que a última flor do Fáscio, um detrito de maré baixa, também tentará atingir a Petrobras.
Se dependesse disso o Serra não chegaria à plataforma continental.
Ele prefere vestir-se com a calhordice do aborto.
Clique aqui para ler sobre a reestreia dele, melancólica no horário eleitoral.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

Petrobras afunda baixaria do Globo. Falta a Veja | Conversa Afiada

Por que o Itaú e o PiG (*) querem afundar a Petrobrás ? | Conversa Afiada

Publicado em 08/10/2010

Lula constrói plataformas; o FHC e o Serra afundavam

O Itaú foi um dos responsáveis globais pelo lançamento das ações da Petrobrás, naquela que foi a maior – e bem sucedida – operação de lançamento de ações da História do Capitalismo.
Ou seja, o Itaú acreditou tanto na qualidade da empresa que lançava aquelas ações que saiu pelo mundo a vender aquelas ações.
Jogou o seu prestígio e disse: Eu, Itaú, acho que você deveria comprar ações da Petrobrás. Ou você, amigo investidor, acha que eu seria capaz de lhe vender ações da Merposa ?
Não, os cliente do Itaú compraram ações da Petrobrás, porque confiam no Itaú, na sua posição predominante no mercado de bancos brasileiros.
Comprou ações da Petrobrás pelas mãos do Itaú, porque acreditou na tradição do Banco e se lembrou do Dr Olavo Setúbal, construtor do Itaú.
O Dr Olavo não seria capaz de vender aquilo em que não acreditasse.
Nem seria possível imaginar que o Dr Olavo vendesse ações da Petrobras para depois derrubar o valor das ações e comprar, de novo, na baixa.
Inimaginável !
Pois, amigo navegante, como esse mundo dá voltas.
Uma semana depois de vender – com abosluto sucesso – as ações da Petrobrás, o Itaú vem aos cliente e diz:
Olha, mano, desculpa !
Eu vendi Merposa para vocês.
Forget about it !
Sobre as ações da Petrobrás, minha atitude agora é a mesma da Bláblárina Silva: neutra.
E vocês fiquem com o mico !
Diz o Estadão, na pág B1: “Petrobrás perde (sic) R$ 28 bilhões com relatórios de bancos – leia-se Itaú – PHA – e boatos”.
Boatos são já anunciados aqui, neste Conversa Afiada: a Veja vem aí com uma “reportagem devastadora” sobre a Petrobrás. A Veja descobriu o áudio do grampo e o Demóstenes e o Gilmar DESPINAFRAVAM a Petrobrás.
Ontem o Presidente Lula foi ao Rio lançar plataforma P-57 (**), construída aqui, com trabalhadores brasileiros, engenheiros brasileiros, tecnologia brasileira.
O Governo Serra/FHC comprava plataforma em Cingapura e dava emprego aos trabalhadores de Cingapura.
Lula foi ao Rio inaugurar as obras de ampliação do Cenpes, um centro de pesquisas da Petrobrás, onde brasileiros, associados à Universidade Federal – pública, portanto – , desenvolvem o que o Brasil tem a ninguém mais tem: tecnologia para explorar o pré-sal.
Amigo navegante: você comprará mais alguma ação que o Itaú oferecer ?
A propósito, acompanhe essa troca de e-mails entre o Stanley Burburinho – o reparador de iniqüidades – e a Lucia Hippolito, que votou na Bláblárina e agora, provavelmente, votará no Serra – clique aqui para ler “por que a Globo trocou de candidato”.

Olá, Stanley
Obrigada por sua preocupação. Na verdade, tirei dois dias de folga, terça e quarta. Estava completamente afônica. Mas na quinta-feira já estava de volta ao batente.

abs e mais uma vez obrigada pela audiência fiel

Lucia Hippolito

De: Stanley Burburinho [mailto:stanleyburburinho@gmail.com]
Enviada: qui 7/10/2010 18:30
Assunto: O Sardenberg e a Petrobrás
O Sardenberg vem falando a semana inteira na CBN sobre a Petrobrás.

Ele acabou de dizer agora na CBN que “acharam alguma irregularidade”
na Petrobrás.
Vamos ver se vai bater com a capa da Veja ou Época do próximo fim de
semana, que estão dizendo que vai atacar a Dilma. Acho que ele está
preparando terreno para a Veja ou a Época.

A Sra. Hippolito ontem tirou folga. Coincidiu com a reunião de cúpula do PSDB.

Em tempo: segundo amiga navegante, frase atribuída ao Presidente Lula, ontem, no Rio: “Essa Veja quer … a Petrobrás para eleger o Serra”.

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) A P-57 teve um índice de nacionalização de 70%. Clique aqui para ler no blog do Nassif.

Por que o Itaú e o PiG (*) querem afundar a Petrobrás ? | Conversa Afiada

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