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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O lado Tiririca da mídia golpista

Brasilianas.org:

A conspiração da bolinha de papel

Enviado por luisnassif, sex, 12/11/2010 - 09:01

Da Coluna de Eliane Cantanhêde

Aliás, o escândalo da vez é no banco PanAmericano, do Silvio Santos, que visitou Lula no meio da campanha e é dono também do SBT, a rede que reduziu o rolo da fita de agressão a José Serra no Rio a uma mera bolinha de papel. Deve ser só coincidência

Brasil Nova Era:

Para Catanhede, o rolo da fita do “perito em fraude” foi muito pior que a “mera bolinha de papel”. Esqueceu de contra que quem atirou a bolinha foi o próprio segurança de Serra. Veja o segurança atirando a bolinha de papel:


Conversa Afiada:

Silvio leva a Folha para o banco da “Praça é Nossa”

Publicado em 12/11/2010


Levaram o Otavinho para o banco da Praça

Silvio fez uma gozação com a Folha (*) que se tornou manchete da primeira página:
“Quem pagar leva o SBT”.
É o que o Silvio diz há quatrocentos anos.
Disse à Televisa, à Disney, ao Boni.
E a Folha (*) acha que é sério o Silvio dizer que vende, hoje, o SBT pela dívida ? R$ 2,5 bi ?
Só a Folha (*) leva isso a sério.
Ou não sabe o que são R$ 2,5 bi.
Na verdade, a entrevista do Silvio parecia com as entrevistas do programa da Hebe: ri-se muito e nada é sério.
É como se o Silvio tivesse levado o Otavinho para o banco da “Praça é Nossa”.
O Silvio tirou um sarro da Folha (*).
Quem é o Lula ?
O Eike ?
“Bota uma foto minha bem bonita no jornal.”
E a Folha (*) levou a sério.
O mais interessante a Folha (*) não quis saber.
Silvio Santos deu toda a sua fortuna pessoal como garantia do empréstimo.
Nunca um empresário do setor financeiro tinha feito isso, antes.
Ou seja, o Silvio, de maluco, só na Folha (*).
A única coisa séria que a Folha (*) publicou hoje foi o Simão:
“Seu Silvio lança Teletombo”.
“O Silvio vai dar de garantia o Jaça, a menina Maisa e o Bozo.”
“E se ele não pagar, o governo fica com o Celso Portiolli.”
O Simão adora o Silvio, ao contrário da Folha (*).
O Simão gosta, principalmente, “quando ele combina a cor do cinto com a cor do cabelo.”
“E diz que ele maquiava o balanço do banco com produtos Jequiti. Só podia dar nisso.”
Este é o verdadeiro Silvio ?
Não.
É a verdadeira Folha (*).
Que não tem o menor senso de humor.
Paulo Henrique Amorim
(*) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da “ditabranda”; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de “bom caráter”, porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que matou o Tuma e depois o ressuscitou; e que é o que é,  porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Manifesto pró Dilma cantado em samba

Partido Alto Bolinha de Papel - Sambistas com Dilma

Armação tucana: bolinha veio do próprio segurança de Serra

A partir dos vídeos publicados por Luiz Carlos Azenha no Viomundo, e do vídeo do SBT, fica claro que a bolinha de papel partiu de um dos seguranças de Serra. Fiz um novo vídeo que postei no Youtube (abaixo) que deixa poucas dúvidas quanto à armação tucana.

domingo, 24 de outubro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010

O grande debate político eleitoral e o patético Serra

Do Sátiro-Hupper
Debate Político Nacional


(...)

"A campanha eleitoral de 2010 está seguindo um roteiro escrito e planejado por algum discípulo (bêbado e chapado) do surrealismo. Só pode ser isso. Mas, frise-se, com um texto horroroso, sem imaginação, e com atores principais absolutamente canastrões, haja vista, o desempenho de José Serra passando a mão no lado errado do próprio crânio, depois de - segundo ele - levar a pancada de um "objeto de dois quilos" (ele "sabia" o peso, mas não reconheceu o objeto).

Por mais consciência que tivéssemos acerca da capacidade ficcional e inventividade maldosa da direita brasileira, jamais se iria supor que o eixo central do debate político proposto por eles fosse a bolinha de papel e o cilindro de durex. Ou seja, baniram a política e, neste vazio, entronizaram a bolinha de papel, agora como símbolo do papelão na política, da bancarrota eleitoral (mesmo com a invenção de Marina como linha auxiliar deles), e da completa ausência do senso de civilidade e civismo."

(...)
NOTA: trecho de texto de Cristóvão Feil (lê-se Diário Gauche) surrupiado por Hupper

Serra Rojas e a Rede Globo

Serra e as bolinhas do Kamel

publicada sexta-feira, 22/10/2010 às 09:10 e atualizada sexta-feira, 22/10/2010 às 10:37

por Mauro Carrara

Nas ruas, nas praças, nas construções: a Rede Globo de Televisão causa estarrecimento, repulsa e vergonha alheia.

Nesta eleição presidencial, seguindo o exemplo dos jornais Folha de S. Paulo e Estadão, bem como dos veículos midiáticos da editora Abril, a empresa da família Marinho transformou sua programação em complemento desesperado e mal disfarçado da propaganda de José Chirico Serra e do PSDB.

Ao perceber o crescimento de Dilma Rousseff na preferência do eleitorado, o comando tucano resolveu tentar soluções “heterodoxas”, isto é, gerar fato novo que desviasse a atenção das vulnerabilidades da campanha serrista, como o caso Paulo Preto e a entrega anunciada de Itaipu, Banco do Brasil e Petrobrás a piratas de agência de pilhagem como a Warburg Pincus.

1) Obviamente, a encenação foi realizada no Rio de Janeiro, com o apoio tático e logístico de Cesar Maia, especialista na criação de factoides dessa natureza. Em 2007, apresentei na rede inúmeros testemunhos de que o ex-prefeito do Rio havia tramado o episódio das vaias a Lula na abertura do Pan.

2) Qualquer analista político sabe que Serra nada tinha que fazer no calçadão de Campo Grande, exceto atrair a ira de setores da população abandonados e humilhados durante o governo de FHC.

3) O caso dos “mosquiteiros” é motivo de revolta até hoje no Rio de Janeiro, onde Mr. Burns é também conhecido como Mr. Dengue.

4) Todos os jornalistas presentes ao local perceberam uma quantidade excessiva de seguranças contratados pela máquina tucana. Agiram, desde o início de forma ostensiva, violenta e provocativa.

5) O ridículo episódio da bolinha de papel, cristalinamente gravado pelas câmeras do SBT, atesta que o suposto agressor não tinha interesse em ferir o candidato. Interessante que nenhum dos dezenas de seguranças do PSDB o tenha capturado.

6) Boa parte dos jornalistas presentes, inclusive aqueles do próprio SBT, sustentam que Serra não foi alvejado uma segunda vez.

7) Tanto a bolinha de papel quanto o objeto transparente (e invisível) criado pelo consórcio Folha-Globo para enganar o eleitor teriam colidido com uma região da cabeça diferente daquela que Serra aponta em seu teatro de coitadismo bufo.

8) Ainda que tivesse existido um segundo objeto, não é possível acreditar que tivesse dois quilos ou mesmo meio quilo, conforme divulgou o comando da campanha tucana da Globo e da Folha de S. Paulo.

9) Ainda que um suposto rolinho de fita adesiva tenha resvalado em Serra, o brasileiro mais inteligente pergunta: onde está o hematoma na cabeça do candidato? Sumiu de um dia para o outro? Justificaria uma tomografia?

O suposto atentado a Serra-Rojas constituiu-se na peça mais patética da campanha midiática. E expôs também todo o desespero e a desonestidade que marcam a participação de Folha de S. Paulo e Globo na eleição presidencial.

Tentam, tentam e tentam fazer o cidadão de otário. Procuram zombar de sua inteligência e bom senso.

Mais estarrecedora, no entanto, é a passividade TSE, completamente cego aos atentados eleitorais cometidos pelo grupo Globo-Abril-Folha-Estado.

Ali Kamel, o cérebro destrutivo que coordena William Bonner e Fátima Bernardes, tenta suas últimas cartadas.

Ele tem outras bolinhas nas mãos, estas ocas e vermelhas. Tenta colá-las no seu nariz.

A fraude da Globo

A Globo não se preocupa com sua pouca credibilidade. Assim como Serra, foi para o tudo ou nada. Com uma fraude grosseira, a ponto de desmascarada poucas horas depois pela internet, como o fez o Professor de Jornalismo Gráfico da Universidade Federal de Santa Maria, Centro de Educação Superior Norte-RS (UFSM/CESNORS), campus de Frederico Westphalen, Rio Grande do Sul, Brasil, José Antonio Meira da Rocha. No site de Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada, o professor publicou as imagens do celular exibidas pela Globo. Para facilitar a visualização, recortei de cada quadro a seção em que aparece Serra.

image

imageO primeiro quadro mostra ao fundo de Serra a cabeça de uma pessoa, cujo reflexo forma um arco. Com o deslocamento essa pessoa é encoberta pela cabeça de Serra, mas o arco de reflexo sempre aparece parcialmente. Observe que Serra nos últimos quadros sai da sombra para o sol. No último quadro, a pessoa vista atrás de Serra aparece totalmente iluminada pelo sol e o arco desaparece. Não se observa nenhum objeto se aproximando ou se afastando em relação ao quadro utilizado pela Globo como prova de que Serra fora atingido por um rolo de fita crepe. O quadro que a Globo apresentou como prova foi o sexto da esquerda para a direita, onde as setas indicam o que para a Globo seria um objeto atingindo Serra.

imageO perito solicitado pela Globo, Ricardo Molina, não se deu ao trabalho de buscar imagens quadro a quadro. como fez o Prof. José Antônio. Aos 4 minutos e 20 segundos do vídeo que pode ser visto no G1, Molina apenas congela o quadro em questão e circula o que ele identifica como rolo de fita adesiva. Veja no primeiro quadro à direita que um círculo branco aparece bem mais definido que na imagem acima.

Para não ficar com dúvidas, busquei o vídeo original, publicado pela Folha.com as imagens captadas por Ítalo Nogueira. Aos 6 segundo do vídeo da Folha.com, a imagem não é tão contrastada como a de Molina o que sugere que ela foi trabalhada para evidenciar um objeto circular, enquanto no vídeo da Folha, parece mais uma imagem produzida por contrastes de claro e escuro da cabeça de Serra fundindo-se com as imagens do fundo, o que também ocorre na sequência apresentada no início.

imageAmpliei a área dos dois vídeos e o de Molina evidencia que a imagem do quadro foi tratada antes da entrevista para dar maior definição ao que eles querem provar.

 

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

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