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sábado, 16 de outubro de 2010

Padre da Canção Nova ajuda ficha suja no DF, mas TSE proíbe

O vídeo do Padre José Augusto da Comunidade Canção Nova estava sendo usado na campanha de Weslian Roriz, esposa que substitui a candidatura de Joaquim Roriz no Distrito Federal depois do marido ser impedido de concorrer pela lei da ficha limpa. O vídeo divulgado no Youtube e distribuído por mais uma central de e-mails sujos que atuam nesta campanha, mostra o Padre pregando aos fiéis para não votarem no PT e na Dilma porque eles teriam um projeto de legalizar o aborto e vão permitir o casamento entre gays. O Padre, tão preocupado com manter bem informado seu rebanho, diz que O próprio Jesus o mandou adotar aquela atitude. O religioso somente esqueceu de alguns preceitos cristãos de justiça, ao não informar ao seu rebanho também, que Serra já normatizou o aborto em 1998 e apoiou a união estável entre homossexuais na parada gay de 2009, que o PSDB apresentou projeto de legalização do aborto e que FHC tinha esse compromisso no PNDH2. Já que não podemos contar com este senhor que se coloca como representante da justiça não terrena, ao menos o TSE, pela Ministra Nancy Andrigui suspendeu a veiculação deste vídeo na propaganda eleitoral da família Roriz, conforme informações do IG.

sábado, 9 de outubro de 2010

Cristovam Buarque fala sobre a importância da juventude e da internet na política

Blog da Dilma:
outubro 9th, 2010 |  Autor: Andrea Schilz


Cristovam Buarque fala sobre a importância da juventude e da internet na política

Diretores de Escola obrigados a pedir votos para Serra no DF

Notícia do Estadão publicada no Blog da Dilma:

DEMOCRACIA DE RORIZ APOIADOR DE SERRA É ASSIM: Professores do DF denunciam pressão

outubro 9th, 2010 |  Autor: Jussara Seixas

AE – Agência Estado

Em rebelião contra uma suposta ordem que exige a transformação de diretores de escolas em cabos eleitorais da candidata ao governo do Distrito Federal Weslian Roriz (PSC), 14 diretores das regionais de ensino do DF já pediram demissão – 8 na sexta-feira (dia 1º), 2 na segunda e 4 ontem.
O motivo foi uma mensagem do secretário de Educação, Sinval Lucas, que teria coagido professores da rede pública de ensino a fazerem campanha em horário de trabalho, segundo denúncia do ex-diretor da Regional de Ensino do Plano Piloto Fábio Pereira.
Segundo Fábio Pereira, em reunião com os 14 diretores das regionais, na última terça-feira, o secretário Sinval Lucas ordenou que todos trabalhassem apenas meio período para dedicar a outra metade do tempo fazendo campanha para Weslian. Sinval teria pedido ainda que os diretores demitissem os servidores comissionados que fossem identificados como apoiadores do PT.
“Nós já temos carências de pessoal, como podemos aceitar impassíveis esse tipo de ordem?”, questiona Fábio. “Para não tomar uma atitude tão sem ética, preferi me demitir”, afirmou. O ex-diretor apresentou sua carta de exoneração ontem, quando também apresentou queixa-crime ao Ministério Público do DF por assédio moral.
Ainda de acordo com Pereira, Sinval Lucas disse “com todas as letras” que os diretores deveriam trabalhar para a candidatura de Weslian. “Ele disse que depois, então, telefonaria para definir o papel de cada um na campanha”, afirma o professor, servidora da fundação educacional há 13 anos. “Ele disse que o atual governo estava alinhado com a candidata Weslian Roriz, e seria para nós trabalharmos para ela”, confirma o professor Raniere Carneiro Falcão, ex-diretor da regional de Sobradinho, há 14 anos na fundação educacional.
Em entrevista coletiva, no início da tarde, Sinval Lucas negou as acusações. Para ele, os diretores pediram exoneração por “fidelidade” ao ex-secretário de Educação. “Eu não disse em momento algum que quem não apoiasse candidato A ou B perderia o cargo”, disse. “Foi uma atitude louvável deles, eles quiseram demonstrar fidelidade ao colega que havia pedido para deixar o cargo”, completou.
A assessoria de imprensa do governador informou que ele não pretende demitir o secretário Sinval Lucas, nem pedirá investigação das denúncias. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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